Gramofone 2000 | Palhaça Rubra

 

Nesta obra de improviso, a Palhaça Rubra (Lu Lopes) se inspira em um Gramofone. Identificada com o mecanismo da engenhoca que funciona de maneira não automática, dependendo sempre de alguém que esteja presente para manivelar o aparelho, ela exercita a presença. O estado de presença criativa é o coração desta obra.

Com apenas a primeira cena do espetáculo ancorada, a artista improvisa os 50 minutos seguintes em parceria com a plateia.

Simultaneamente experimenta o funcionamento do sistema Bluetooth, outro mecanismo criado pela mente humana, tricotando o roteiro instantaneamente e utilizando o próprio organismo para dar downloads de movimentos e imagens.

Uma obra viva.

Gramophone 2000 constrói uma atmosfera poética e musical, levando o público à uma experiência única.