Blubell é cantora, compositora e um dos nomes mais relevantes da nova cena da música contemporânea brasileira. Sua música é pop, jazzística, com pitadas de humor e amor, uma ode à cidade, às pessoas, à vida. Crônicas que se transformam em canções em português, em inglês, em francês. Assim é “Diva é a Mãe” , seu último disco. São 11 faixas de autoria da artista. “Esse album é um retrato da minha vida entre 2011 e 2013. Todas as canções são autobiográfcas e tudo o que está ali faz muito sentido pra mim”, diz. Ela traz em seu currículo três discos anteriores, Slow Motion Ballet (2006) e  “Eu Sou Do Tempo Em Que A Gente Se Telefo- nava” (YBMusic-2011). Recentemente, lançou “Blubell & Black Tie”, projeto intitu- lado “pop de câmara”, ao lado de Fabio Tagliaferri, Mario Manga e Swami Jr.. Em 2012, colocou a cidade de São Paulo na rota mundial do “I Charleston” registrando pelas ruas da paulicéia desvairada dançarinos embalados pela sua canção “Música”. O videoclipe, dirigido pela Recheio Digital, já rendeu mais de 150 mil views.
Voltando mais um pouco na linha do tempo, foi em turnê ao Japão, apresentando-se em cinco cidades a convite da embaixada, devido às numerosas vendas de seu disco no país. Logo depois, em 2012, foi a única artista mulher a subir no palco da primeira edição brasileira do festival Lollapalooza.
Em março de 2013, gravou o lendário programa Ensaio, dirigido por Fernando Faro. Em junho, venceu com o Black Tie a categoria de Melhor Disco em Língua Estrangeira, no 24o Prêmio da Música Brasileira. Em 2014, é uma das três cantoras indicadas a “melhor cantora pop” pelo mesmo prêmio, concorrendo apenas com Gal Costa e Ná Ozzetti.

O SHOW

No show“Blubell canta Madonna”, a artista relê sucessos de toda a carreira da rainha do pop acompanhada de seu quarteto – Hugo Hori/Marcelo Pereira no Sax, Daniel Grajew no piano, Igor Pimenta no baixo e Carlinhos Mazzoni na bateria. Juntos, eles dão um tom acústico ao repertório. Borderline vira uma jazz ballad. Material Girl vira swing. Ray of Light ganha uma atmosfera bucólica o su ciente para a cantora citar “Chovendo na Roseira”, deTom Jobim.
E, como não poderia ser diferente em se tratando de Blubell, o show é recheado de bom humor e teatralidade. Bem vindos ao cabaret!